"Pedro Miguel Rocha é um escritor de contagiantes sonhos e utopias.”
Mário Soares (ex-Presidente da República)
“Um magnífico livro que li com muito interesse.”
António Guterres (Secretário-geral das Nações Unidas)
“O entusiasmante enredo escrito pelo amigo Pedro Miguel Rocha leva-nos, com frontalidade, a pensar sobre a vida humana e sobre o significado da nossa existência.”
Fernando Nobre (Médico)
“O Pedro Miguel Rocha é um escritor que agarra os leitores na primeira página para só os libertar horas, dias depois de concluírem a leitura do livro e refletirem sobre todos os sentidos e mensagens que transporta.”
Daniela Santiago (Jornalista da RTP)
“Um romance de grande maturidade, escrito sem sentimentalismo nem exotismo. A África deste livro não é cenário: é confronto. E isso incomoda — como deve incomodar a boa literatura.”
Miguel Sousa Tavares (Jornalista)
“Um romance sóbrio, avesso a retóricas fáceis, que mostra como a ética se constrói em circunstâncias imperfeitas. Um livro que recusa o sentimentalismo e ganha por isso autoridade moral.”
Maria Filomena Mónica (Socióloga)
“Este romance recusa o conforto moral e obriga-nos a olhar para a ajuda humanitária sem ilusões. Não há heróis, há pessoas — e isso é politicamente mais honesto.”
Daniel Oliveira (Jornalista)
“Um livro que mostra que o humanitarismo não se faz de slogans, mas de escolhas difíceis. Um romance que incomoda os simplismos e, por isso mesmo, merece ser lido.”
José Manuel Fernandes (Jornalista)
“Um livro que traduz com verdade o que significa estar no terreno: a solidão das decisões, a ausência de respostas fáceis e a necessidade de continuar apesar de tudo.”
Ana Gomes (Jurista e Diplomata)
“Um romance de fundo, desses que constroem leitores ao longo do tempo. Escrita madura, tema exigente, humanidade sem concessões.”
Manuel Alberto Valente (Editor)
“Um livro que sabe quando parar, quando calar e quando avançar. Um Galego em África escreve-se também nos silêncios — e isso é muito raro.”
Luísa Costa Gomes (Escritora)
“Um empolgante Thriller!”
António Garcia Pereira (Advogado)
“A mundividência da sua obra aborda temáticas de grande atualidade social, veiculando um conjunto de valores humanistas e cristãos com a implícita denúncia de anti-valores crescentes na sociedade.”
Júri do Prémio Literário Maria Ondina Braga
“Uma obra louvável, para a qual desejo sucesso.”
Marcelo Rebelo de Sousa (Presidente da República)
“Este romance confronta-nos com uma questão essencial: o progresso não é necessariamente sinónimo de avanço. Poucos livros ousam questionar, com tamanha lucidez, a direção civilizacional que tomámos.”
Eduardo Lourenço (Professor Universitário)
“Poucas obras literárias se aventuram com tanta coragem no território da crítica social e civilizacional. Um romance que ultrapassa a ficção e entra no domínio da reflexão coletiva.”
António Barreto (Sociólogo)
"Uma obra ambiciosa que se recusa a ser apenas entretenimento. A leitura impõe-se pela densidade temática e pela capacidade de prolongar a reflexão para além do texto. Um romance que pede tempo, atenção e disponibilidade intelectual — e que recompensa generosamente quem aceita o desafio.”
Isabel Lucas (Jornalista)
“Chegámos a Finisterra não é um livro confortável, nem pretende sê-lo. A sua maior virtude reside na recusa em aceitar o mundo tal como nos é apresentado. Através de uma narrativa que cruza inquietação moral, reflexão social e sentido de urgência, o romance recorda-nos que a literatura serve, antes de mais, para incomodar consciências e abrir fendas no pensamento estabelecido.”
Valter Hugo Mãe (Escritor)
“Uma narrativa que cruza ficção e reflexão com uma coragem pouco comum no panorama literário contemporâneo.”
Clara Ferreira Alves (Jornalista)
“Esta Obra suscita bastante interesse. Penso que o Pedro Miguel Rocha tem o dom da inventiva. Existe um plot extremamente interessante e muito bem desembrulhado.”
Lídia Jorge (Escritora)
“Com uma escrita contida, elegante e profundamente literária, este romance prova que ainda é possível escrever sobre tecnologia sem abdicar da alma — e sobre livros sem cair na nostalgia fácil.”
Teolinda Gersão (Escritora)
“Pedro Miguel Rocha constrói uma distopia subtil e inquietante, onde a maior ameaça não é a censura explícita, mas a otimização do esquecimento. A Última Livraria de Compostela é uma reflexão poderosa sobre leitura, liberdade e responsabilidade num mundo governado por sistemas.”
Mário de Carvalho (Escritor)
“A Última Livraria de Compostela propõe uma questão essencial: o que acontece quando um sistema começa a decidir o que merece ser lembrado? Um romance rigoroso, inquietante e profundamente contemporâneo, onde a literatura se afirma como ato de resistência lógica e ética.”
Gonçalo M. Tavares (Escritor)
“Este é um livro sobre aquilo que nos resta quando tudo parece organizado demais: a dúvida, a escolha e a necessidade de ler para não ficarmos sozinhos. Um romance comovente e muito atual.”
Dulce Maria Cardoso (Escritora)
“Este romance recorda-nos que os livros não são objetos do passado, mas atos de resistência do presente. Uma obra que devolve à literatura a sua função mais profunda: cuidar da memória, da consciência e da dignidade humana.”
Pilar del Río (Jornalista)